Capacitação em Reforma Tributária para Empresários de Chapecó

Reforma Tributária em Foco: ACIC Capacita Empresários de Chapecó para as Novas Regras

Com a iminência da reforma tributária prevista para começar em 2027, empresas que não se prepararem correm o risco de enfrentar mudanças drásticas na carga de impostos e na estrutura de custos.

Sem um planejamento estratégico antecipado, o gestor pode se deparar com consequências como:

  • Aumento inesperado da carga tributária;
  • Comprometimento do fluxo de caixa;
  • Perda de competitividade no mercado.

O momento de agir é agora: adaptar processos e revisar regimes fiscais será essencial para navegar pelas novas regras e garantir sustentabilidade financeira.

Os Riscos de Não se Preparar para a Reforma Tributária

Ignorar a reforma tributária coloca a empresa em situação de vulnerabilidade fiscal. Multas por descumprimento de normas podem consumir recursos antes destinados a investimentos.

  • Sanções financeiras e autuações;
  • Dificuldade de acesso a crédito;
  • Perda de competitividade frente a concorrentes já adaptados;
  • Comprometimento do planejamento de longo prazo.

O prazo para adaptação é curto e as mudanças começarão a valer em breve. Antecipar a revisão de processos tributários é essencial para evitar surpresas e manter a saúde financeira da empresa.

Como Foi a Capacitação da ACIC em Chapecó

Na última terça-feira, a ACIC de Chapecó sediou uma sessão de capacitação sobre a reforma tributária. O evento, realizado na sede da Associação Comercial, reuniu cerca de 100 empresários e gestores de segmentos como comércio, serviços, indústria e agronegócio.

Conduzida pelo contador Dalvair Anghében, a programação incluiu explicações detalhadas sobre o cronograma de transição tributária e os principais pontos de atenção. Os participantes tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas pontuais e entender como a reforma pode afetar seus negócios.

Atividades práticas e debates em grupo enfatizaram:

  • A importância do diagnóstico tributário;
  • A necessidade de revisar regimes fiscais;
  • Estratégias de comunicação entre área financeira e demais departamentos.

A troca de experiências entre empresários reforçou o papel de eventos especializados como espaços de aprendizado e networking, fundamentais para preparar as empresas às exigências que se aproximam.

Planejamento Estratégico: O Papel da Análise Antecipada

Durante a sessão, Dalvair Anghében ressaltou que o planejamento estratégico precisa começar agora, considerando o cronograma oficial de transição entre 2027 e 2033. Ele frisou que a empresa deve adaptar processos e estruturas gradualmente, avaliando seu posicionamento atual para evitar surpresas no futuro.

  • Período de transição (2027–2033) segmentado em observação, adaptação e consolidação;
  • Revisão do regime tributário (Simples, Presumido ou Real) para identificar oportunidades de economia;
  • Simulações de impacto financeiro com o modelo de IVA dual (CBS e IBS);
  • Acompanhamento das publicações federais, estaduais e municipais para ajustar rotinas contábeis.

Ao seguir esses pontos, o gestor estabelece um roteiro claro para tomar decisões informadas, garantindo segurança jurídica e operacional antes da entrada em vigor da nova legislação.

Unificação de Tributos: Do PIS ao IVA Dual

A partir de 2027, cinco tributos — PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS — serão substituídos pelo modelo de IVA dual, composto por Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A CBS ficará sob gestão exclusiva da União, enquanto o IBS será administrado em conjunto por estados e municípios.

Para adaptar-se a esse novo regime, as empresas precisarão:

  • Revisar sistemas de apuração e recolhimento, unificando processos tributários;
  • Ajustar software de faturamento para diferenciar alíquotas de CBS e IBS;
  • Atualizar notas fiscais eletrônicas com novos campos exigidos;
  • Fortalecer controles internos para segregar corretamente os tributos.

Além disso, será criado o Imposto Seletivo (IS) sobre bens e serviços nocivos à saúde e ao meio ambiente, como combustíveis e produtos de tabaco. Nesse caso, as empresas devem:

  • Identificar itens sujeitos ao IS e acompanhar eventuais variações de alíquotas;
  • Planejar estoques para mitigar oscilações de custo;
  • Implantar relatórios de compliance específicos para fiscalizações do IS.

Essa mudança estrutural exige uma revisão ampla das rotinas contábeis e fiscais. Antecipar-se garante conformidade legal, reduz riscos de autuações e promove maior eficiência operacional.

Impactos na Carga Tributária: O Que Muda para Serviços

Ao contrário do esperado, a reforma tributária não garante redução automática de encargos. A consolidação de cinco tributos em CBS e IBS pode até simplificar processos, mas as alíquotas consolidadas tendem a manter o nível atual de arrecadação ou até elevá-lo.

Setores de serviços, em especial aqueles hoje beneficiados por faixas reduzidas de ISS ou por regimes especiais, podem sentir o impacto de forma mais intensa. A uniformização de alíquotas no IBS, sem sistemas de crédito semelhantes ao PIS/COFINS industriais, eleva a base de cálculo.

  • Unificação de faixas: serviços antes em alíquotas menores pagarão a taxa única do IBS;
  • Redução de créditos fiscais: elimina-se parte do aproveitamento de créditos acumulados;
  • Revisão das bases de cálculo: insumos e custos indiretos passam a compor o montante tributável;
  • Variação entre estados e municípios: diferenças regionais podem agravar cenários de alta.

Para mitigar riscos, as empresas de serviços devem reforçar o controle financeiro, projetar cenários de custos sob o novo modelo e revisar fluxo de caixa. Somente com organização e acompanhamento constante será possível identificar oportunidades de eficiência e evitar surpresas onerosas.

Adaptação Ágil como Diferencial Competitivo

Empresas que antecipam a adaptação às novas regras ganham tempo para ajustar processos, treinar equipes e validar estratégias antes da concorrência. A agilidade na gestão tributária torna-se um fator decisivo para manter margens e explorar oportunidades de mercado.

  • Realize um diagnóstico tributário detalhado para identificar potenciais impactos e áreas críticas.
  • Forme uma equipe multidisciplinar que envolva contabilidade, financeiro e operações para trocas de informações ágeis.
  • Adote ferramentas de automação e monitoramento fiscal para gerar relatórios em tempo real.
  • Desenvolva cenários de simulação com diferentes regimes e alíquotas para projetar custos futuros.
  • Estabeleça um cronograma interno de marcos e revisões periódicas para acompanhar a evolução da legislação.

Implementar essas ações de forma coordenada e contínua permite reduzir riscos de autuações, otimizar o fluxo de caixa e conquistar vantagem competitiva ao demonstrar prontidão para o novo panorama tributário.

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Fonte Desta Curadoria

Este artigo é uma curadoria do site Visor Notícias. Para ter acesso à matéria original, acesse ACIC capacita empresários de Chapecó sobre a reforma tributária

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